Sobre mim

Autor Víktor Waewell, especializado em Ficção Histórica

Sou mineiro, nascido em Sete Lagoas, onde reside boa parte da minha família, e criado em Belo Horizonte. Embora tenha crescido na capital, tive ótima infância, cheia de amigos na vizinhança e na escola, muitos que me acompanham até hoje.

Vivi parte da minha vida com dois irmãos, mas um mudou de continente e o outro partiu com uns 20 e poucos anos num acidente de trânsito. Ele deixou uma filha fantástica, hoje uma jovem adulta. 

Há uns 3 anos me mudei para Macacos, vilarejo no interior de Minas que virou tema de um curta que roteirizei e dirigi.

Gosto de estar com os que bebem. Eu mesmo bebo pouco.

Do básico, tipo amor e amizade, o que mais gosto é caminhar na natureza, andar bastante até uma cachoeira ou ao longo de uma praia. O cansaço físico, a exuberância do território. Outro programa massa é museu, sempre apreciei. Tenho adquirido gosto por cozinhar.

Danço feliz, sozinho ou a dois, seja rock, música eletrônica, samba, forró, marchinha de carnaval, sou bem eclético.

Agora, se tem uma coisa que faço bem, é dormir. Amo.

Jornadas

Amo aprender, mas nunca tive muita paciência para sala de aula, sou autodidata por natureza. Tudo que já aprendi de importante foi por conta própria. Ainda assim, nunca vi esforço demasiado em fazer prova, então sou formado em Comunicação (UFMG).

Me interesso por religiões, filosofia, psicologia, artes e história, não necessariamente nessa ordem.

Há pouco mais de 10 anos, dei uma volta ao mundo num sabático. A fase foi determinante para mim. Quando você se acostuma com o choque cultural, fica fácil deixar de lado as diferenças locais para enxergar o que há em comum em todos nós. 

Posso afirmar que o mundo é, de fato, redondo. E o lance é que, se você for longe o suficiente, em algum momento começa a voltar.

leituras e referências

O meu pai lia pra gente Monteiro Lobato todo dia de noite, acho que isso foi uma introdução à literatura. Mas passei a gostar de ler mesmo na adolescência, com Paulo Coelho, Gabriel García Márquez e Clarice Lispector. Um pouco depois, descobri a ficção histórica com Ken Follett e Bernard Cornwell. Foi um caminho sem volta.

Além da literatura, sempre curti livros de História pura, tipo uns 2 de literatura para cada um de História. Também estou sempre encaixando leituras de outros temas.

Eu aprecio obras que prendem a atenção, tipo aquele livro que não dá pra parar de ler, e eu que leio de noite, às vezes vejo o sol nascendo e já sei que exagerei, mas é o que me tira do turbilhão da vida. E adoro aprender. Prefiro essas duas coisas ao mesmo tempo. É o que tento proporcionar ao meu público.

Correrias

Além da minha produção cultural (livros, o podcast Tormentas e Redemoinhos, cinema e outros trabalhos), atuo como diretor de vídeo e roteirista na Matilde Filmes, que cria vídeos para empresas. 

Muitos acham que, por ser roteirista, a minha escrita (seja na literatura ou no podcast) tende a ser mais visual. Mas o caminho é inverso. O meu gosto por literatura é muito anterior.

Estive entre os mais vendidos na Amazon com meus dois livros, o que para mim é o maior orgulho, porque, enquanto autor, trabalho para os leitores. Fico satisfeito com o reconhecimento da crítica, vendo Novo Mundo em Chamas entre os 18 romances brasileiros selecionados pelo Oceanos, um dos maiores prêmios em língua portuguesa. Já dei muitas entrevistas e fui citado em alguns dos principais meios de comunicação do país, também motivo de alegria.

Ando alegre com o sucesso recente do podcast Tormentas e Redemoinhos, um formato que alcança muito mais gente do que eu estava acostumado na literatura e em que eu falo de História pura. É bom demais.

Agradeço imensamente a você por estar aqui.

Fique sempre à vontade para me mandar uma mensagem.

29/10/2025